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quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Turn Up The Music #1


Hoje decidi trazer uma rubrica nova ao blog e falar sobre algo que acho que nunca aqui falei, e que gosto bastante: música. Nesta rubrica, que vos vou tentar trazer pelo menos uma vez por mês, vou-vos apresentar as minhas músicas do momento. Existem várias rubricas desse género pela blogsfera fora mas eu decidi criar a minha própria rubrica para dinamizar mais o blog. 
Portanto, aqui estão as músicas que escolhi desta vez:

High By The Beach by Lana Del Rey
Não podia começar sem ser por uma das minhas cantoras favoritas e a sua mais recente música. Já sou fã da Lana desde que ela se tornou famosa com as músicas Video Games e a Born to Die, e desde aí que a minha adoração por ela só tem crescido. Quando ouvi esta música pela primeira vez fiquei logo viciado e com o refrão a passar na minha cabeça a toda a hora, e é assim que eu sei que gostei duma música. Quando mesmo apesar de só a ter ouvido uma vez, já me viciei. 


Open Season by Josef Salvat
Se há um defeito que eu tenho é o facto de me ser difícil conhecer novos artistas. Não porque não os encontre ou ouça falar deles, mas tenho muito a mania de ouvir sempre os mesmos cantores e bandas. E quando eventualmente conheço alguém novo é porque a música está na moda ou porque passa na rádio. E isto chateia-me porque esta música é a prova de que existem imensos cantores talentosos e com músicas extraordinárias que eu estou a perder. 
Quando ouvi a primeira vez falar desta música foi no blog The Ghostly Walker e o Ricardo falava de como o videoclip era genial e diferente. E eu lá decidi ver e não só adorei a música como ele tinha razão: o videoclip está genial! Vejam vocês mesmos e não sejam como eu. Deem oportunidade a grandes talentos, como o Josef Salvat, que por aí andam.


Runaway by AURORA
Indo um bocado na vibe da música anterior, esta também descobri assim ao calhas (mais propriamente no vídeo de anúncio da chegada da HBO a Portugal) e fiquei logo apaixonado. A música ficou-me na cabeça e lá fui ouvir a versão completa. E ainda bem porque os 30 segundos de música daqueles 4 minutos completos não são nada. Agora tenho mesmo de procurar mais músicas da AURORA porque a voz dela é espetacular. Fez-me lembrar a de alguém que eu não me lembro (tem uns ares da Florence Welch mas não era ela).


Black Magic by Little Mix
Esta é capaz de ser a música mais pop que vos trago hoje mas não posso evitar não gostar dela porque é mesmo, mesmo gira. Já é costume eu gostar bastante das músicas das Little Mix, apesar de não ser grande fã delas. Não tenho nada contra elas! Aliás, acho que elas são um bom exemplo para muitas raparigas porque as músicas delas acabam por transmitir ali um mensagem muito boa (a Little Me tem uma das letras mais bonitas que me lembro). E talvez por isso, acabo sempre por gostar das músicas delas e esta não foi exceção. Então ao fim de ver o videoclip, ainda passei a gostar mais dela. Julgem-me.

domingo, 26 de julho de 2015

Filmes| Magic Mike (2012) e Magic Mike XXL (2015)

Como vi estes dois filmes há pouco tempo e, obviamente, um é a sequela do outro, decidi fazer uma opinião conjunta dos dois. Primeiro vou falar sobre um e depois sobre outro e depois compará-los.

Portanto, já queria ver este filme há algum tempo por causa de todo o alarido à volta dele. Como o segundo filme estava para sair decidi finalmente vê-lo e devo dizer que não desgostei. Tem uma história bastante interessante, por detrás de toda aquela cena dos stripers masculinos e danças sexys, que até resultou bem, na minha opinião.
O filme foca-se essencialmente no Mike (Channing Tatum) e no Adam (Alex Pettyfer). Quando se conhecem, num trabalho de construção de telhados o Mike percebe que o Adam está a precisar de ganhar dinheiro e convida-o a ir conhecer o seu lugar de trabalho. Já lá desfia-o a tentar ele próprio a subir ao palco e hmm... encantar a audiência  (não sei como dizer isto de outra maneira, so sorry). O Adam acaba por gostar, talvez por ser algo simples e que lhe dá prazer. Além disso, percebe que pode vir a ganhar imenso dinheiro e aceita o emprego.
Durante o filme vamos vendo o desenvolvimento da história destas duas personagens. Conhecemos também a irmã do Adam, a Brooke, que é um bocado contra este novo emprego do irmão mas que cria uma espécie de empatia com o Mike.
O Adam acaba por se deixar levar naquela vida e fica cego pelo dinheiro e pela luxúria que a vida que passou a ter lhe proporciona.
Além destas personagens o filme também nos apresenta o Dallas, que é como que o dono do bar, assim como outros stripers como o Ken, o Richie, o Tarzan e o Tito. O que acho faltou neste filme foi mostrarem mais destas personagens que acabaram por ficar em segundo plano (alguns deles pareciam mesmo só meros figurantes).
Não há muito mais a falar sobre este filme. É um filme com um ritmo parado, tirando as partes de danças, mas que se vê bem. Gostava que tivessem se focado um pouco nas personagens secundárias.

Classificação: 6/10

Quanto ao segundo filme devo dizer que gostei mais do que do primeiro porque acho que tivemos um pouco mais de tudo. Houve desenvolvimento das personagens secundárias, conhecemos mais do passado do Mike, tivemos mais danças (e pude finalmente perceber o porquê de toda a gente achar que o Channing Tatum dançava imenso porque sim neste filme vimos isso) e tivemos um romance pelo qual eu torci.
Este filme passa-se uns anos depois do primeiro e é como que o regresso temporário do Mike ao grupo e às danças sexys (acho que soa melhor do que estar a dizer striptise). Ao início nem ele próprio se apercebe do quantos saudades tinha dos seus amigos/ colegas/ companheiros, assim como da vida que tinha. Mas quando se voltam a reunir para irem a uma "competição" de grupos de male entertainers (quem viu o filme vai perceber a referência hahaha), o Mike percebe mesmo que acima de tudo ele gostava do que fazia. 
Como já disse pudemos conhecer melhor os outros personagens secundários, principalmente o Richie (Joe Manganiello), que é quem protagoniza as cenas mais hilariantes do filme, assim como o Ken (Matt Bomer), que mesmo assim sinto que podíamos ter conhecido melhor e que tinha algo que podia ter sido explorado e nem foi referido no filme. Acho que fico ao critério e à imaginação do público, o que eu não gostei. Pode ser que se fizerem outra sequela explorem isso.
Além disso o filme apresenta-nos novas personagens femininas das quais destacamos a Rome, uma mulher do passado do Mike e que gera uma casa de male entertainers (não consigo parar, desculpem); a Zoe (Amber Heard), que é o novo interesse amoroso de alguém (mas que acaba por não ter o devido destaque, whaaaaaaaat?); um grupo de amigas "liderado" pela Nancy (Andie MacDowell), que tem um papel muito interessante no filme com o Richie; e, finalmente, a Paris (Elizabeth Banks), que aparece só no final mas que como sempre consegue ser hilariante (a atriz, não a personagem porque só a conhecemos neste filme).
Não sei o que mais dizer sobre este filme sem dar spoilers. Digo só isto: se gostaram do filme (muito ou pouco), vejam o segundo porque acho que não se vão arrepender. Nem que seja pelo fantástico desempenho do Channing Tatum a dançar. Quem me dera, fogo!

Classificação: 7/10

Comparando então os dois filmes, como já disse gostei mais do segundo porque acho que teve mais ação e deu mais destaque ao que/ a quem devia dar. A nível da história em si do filme, o primeiro é melhor porque no segundo acontecem umas cenas a seguir às outras e acabaram por fechar certas histórias começadas no primeiro filme muito rápido e sem sentido (o que me chateou bastante). 
Se quero um terceiro filme? Sim, pode ser, desde que se foquem em pontas soltas dos filmes anteriores e não comecem novas histórias quando não terminaram outras do filme anterior. Não é uma "série" de filmes que adore, são apenar pequenos entertainers.

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Filmes| Cidades de Papel (2015)

Se havia filme que eu estava entusiasmado para ir ao cinema ver este verão era sem dúvida o Cidades de Papel. Primeiro porque quando vi o trailer, ainda antes de ler o livro ou sequer saber do que se tratava, fiquei logo entusiasmado. Segundo porque ao fim de ler o livro e este se ter tornado logo num favorito (se não mesmo O favorito), a ansiedade para ver o filme era ainda maior. E terceiro porque estava mesmo curioso para saber como a Cara Delevingne e o Nat Wolff se saíam como Margo e Quentin, respetivamente. Mais até a Cara porque ler o livro fez-me não sei porquê gostar dela (também da personagem dela, mas estranhamente dela) e como nunca a tinha visto como atriz, estava muito curioso.
O filme começa quando a Margo se muda para a casa à frente da do Q. Desde esse momento, ele sabe que a sua vida vai mudar para sempre. Quando eram pequenos, os dois eram grandes amigos mas aos poucos afastam-se, acabando por se tornar meros conhecidos. Até que numa certa noite, já eles estão no último ano do secundário, ela vem-lhe bater à janela e pede para ele ir numa aventura com ela. Como o Q não é um rapaz muito confiante, ao início está reticente mas acaba por aceitar. Mal ele sabe que ao fim dessa noite incrível e inesquecível, Margo desaparece. Desaparece mas deixa para trás pistas que podem ou não levar Q ao seu atual paradeiro. Ele não sabe se vai ou não encontrar Margo, mas ele não pode desistir, não fosse ela o grande amor da sua vida. 
Eu adorei, adorei o livro e estava com altas expectativas para este filme. Altas mesmo. No ano passado adorei A Culpa é das Estrelas, que também é um dos meus livros favoritos e achei que este filme tinha tudo para resultar tão bem como ele. Mas enganei-me. Fico triste de pensar assim mas este filme não esteve muito à altura do filme. O que me deixa super chateado e frustrado e só me apetece bater nas pessoas que escreveram o guião! Ok, umas pequenas mudanças podem resultar, mas mudarem cenas importantes do filme, isso não, por favor!
Vamos por partes:
Achei que o filme passou rápido demais. E não no sentido de "Oh foi tão bom que nem dei por o tempo passar". Foi mais do género de passarem de umas cenas para as outras super rápido. Eu percebo que o tenham de fazer porque nunca conseguiriam andar ao ritmo do livro dada o "curto" tempo que o filme tem de ter. Mas podiam ter sequenciado as cenas de forma a dar tempo das pessoas perceberem o que ia acontecendo e puderem digerir as novas pistas encontradas pelo Q e os amigos. Acho que acabou por tornar as coisas confusas. 
Falando das mudanças, houve algumas que resultaram muito bem. Não vou dizer propriamente quais porque assim dou spoilers. Dando só um exemplo, durante a viagem que eles fazem mais no final do filme mudaram pequenos pormenores que eu gostei e que não incomodaram de todo. MAS, MAS E AQUI SÓ ME APETECE GRITAR, odiei, odiei, odiei o facto de mudarem o final. No fundo vai dar ao mesmo, ok, eu percebo, mas o final do livro é tão bonito e eu adorava que o tivessem feito no filme. Eu gostaria do final do filme, se não tivesse lido o livro. Não percebo, a sério. Eu sinto que acabam por não fazer justiça ao livro e acreditem que 60% das pessoas que vão ver o filme leram o livro. Ou mesmo que fossem só 5%, acho que quem leu o livro e gostou do que leu e espera ver uma boa adaptação ficou desiludido.
No entanto, nem tudo foram más coisas e o filme foi salvo na minha opinião principalmente pela personagem do Austin Abrams (o Ben) que é simplesmente hilariante. Eu gostei dele no livro mas adorei-o no filme. Não há como explicar, vocês têm de ver para perceber. Além disso, houve um cameo no filme muito, muito bom e que muita gente (pelo menos eu e a sala de cinema onde eu estava) não estava nada à espera e não sabia sequer que ia acontecer. E estas cenas sabem-se, acaba sempre por vazar informação. Parabéns aos produtores por não revelarem nada! Foi uma excelente surpresa! (Literalmente toda a sala de cinema gritou "Ahhhhhhh!! Oh meu Deus!"). Ainda houve outra cena que eu gostei bastante que foi quando o Q, o Ben e o Radar cantaram a música do Pokémon, numa cena já mais a meio do filme porque além de ter sido super engraçada, foi inesperada (já que no livro isto não acontece) e consegue cativar o público porque muitos de nós (geração de 90) cresceu a ver Pokémon e consegue relacionar-se bem com as personagens naquele momento.
Quanto à prestação dos protagonistas devo dizer que gostei como sempre do Nat Wolff. Acho-o um excelente ator e sem dúvida que ele foi uma das grandes partes do filme. Quanto à Cara, eu gostei. Acho que este deve ter sido o primeiro papel assim grande de cinema dela e estávamos todos um bocado ansiosos para ver como se saía. E acho que para a personagem da Margo resultou bem. Claro que podiam ter arranjado alguém que tivesse mais experiência mas fisicamente ela é a minha Margo, e já por isso me dou por feliz.
Não quero de todo desencorajar-vos de ver o filme porque nem todos temos os mesmos gostos e eu fui com vários amigos e pude ter vários pontos de vista. Eu e duas amigas que lemos o livro à pouco tempo ficámos desiludidos. Mas outras três amigas que também leram o livro mas já 1-2 anos gostaram imenso. Mais até que do A Culpa é das Estrelas
Falando disso, não vão para a sala de cinema com a esperança de verem algo parecido com o A Culpa é das Estrelas, no sentido de verem um drama com romance. Não, este filme é muito diferente dele. Sinceramente, a única coisa em comum é o Nat Wolff, que aparece nos dois porque de resto são filmes opostos. O Cidades de Papel é um filme de descoberta, de aventura, de aprendizagem, de desilusões, de mistério, etc. E foi isto que me cativou tanto no filme como no livro. No entanto, para mim o livro resultou bem melhor.
Irrita-me imenso que o filme possa ter sido bem melhor e não o foi muito graças ao guião. Mesmo assim nada disto mudou a minha opinião do livro. Apenas me ensinou que a partir de agora vou com 0 expectativas para filmes adaptadas de livros.

Classificação: 8/10

domingo, 12 de julho de 2015

Filmes| Stuck in Love (2013)

Trailer | IMDb
Uma das minhas melhores amigas recomendou-me ver este filme, sem qualquer reserva. Para ser sincero nunca tinha ouvido falar dele, o que é de estranhar pois a maior do elenco são atores de que eu gosto bastante e relativamente conhecidos. No entanto, tenho ideia de já ter visto imagens de algumas cenas pelo Tumblr. 
Ao fim de ver o trailer fiquei bastante interessado no filme.Decidi então vê-lo e  tenho de admitir que estou um bocado desiludido. Não porque o filme tenha sido mau, porque não foi, mas sinto que não era bem o que eu esperava encontrar.
O filme conta a história de uma família, cujos os pais estão divorciados, sendo que o filho vive com o pai e a filha está na universidade (que eu me lembre não falam de onde ela vive, por isso, deduze que esteja nalguma residência ou assim). Durante todo o filme vamos acompanhando a vida amorosa de todos eles e como eles lidam com erros do passado.
A mãe, Erica, trocou o marido por outro homem mais novo que ela, com quem vive agora. Isto fez com que se distanciasse um pouco dos filhos, principalmente da filha, que foi quem descobriu esta relação secreta.
O pai, Bill, é um famoso escritor e pensaríamos que ele conseguiu seguir em frente ao fim de descobrir a traição da mulher, mas não. Ele continua apaixonado e tem esperança de que um dia ela ainda volte para ele. Apesar disso, ele próprio arranja, digamos uma "distração" para suportar o sofrimento que sente.
O filho, Rusty, é um apaixonado por Stephen King. Tornou-se um rapaz um bocado reservado devido às complicações da sua família. Um dia repara numa rapariga na sala de aula que o encanto e que o inspira: Kate. Inicialmente ela parece não reparar nele, visto que já tem alguém na sua vida, mas ao longo do filme a relação deles desenvolve-se
E finalmente, temos a fiha, Sam, que seguiu os passos do pai e conseguiu escrever um livro e que está prestes a ser publicado. Tal como Rusty, Sam tornou-se um pouco diferente devido à separação dos pais, e passou a encarar o amor como algo que não tem sentido e que não vale a pena lutar. Ela própria quando conhece um rapaz, está mais interessada no prazer do que na paixão.
Durante todo o filme, tudo isto que eu vos fui descrevendo (e que está no trailer do filme, por isso, não são spoilers) vai-se desenvolvendo e vemos que as personagens vão mudando e crescendo, aprendendo com os erros e passando a ver a vida com outros olhos.
Como já disse em cima, estava à espera de algo mais. Gostei do rumo que a história tomou e não houve nada que eu gostasse de mudar, mas acho que foi mesmo o ponto de partida da história que me fez logo não gostar de certas coisas.
Por exemplo, eu gosto imenso da Lily Collins; é uma das minhas atrizes favoritas. Mas o papel dela neste filme era horrível. Eu detestei, detestei mesmo a Sam porque, apesar de perceber o porquê dela ser assim, não concordei com 99% das atitudes dela durante o filme. Ela era tudo o que eu não gosto numa personagem: egoísta, arrogante, fria, etc. Claro que no final do filme percebemos que ela cresceu, e está diferente mas logo desde o início não gostei da personagem dela. O que me deixou bastante triste.
Se há algo que eu não gosto num romance é quando a relação começa de repente e parece que bastou uma pequena conversa para uma pessoa se apaixonar por outra. E isso aconteceu neste filme, o que foi outra coisa que me deixou bastante chateado. Claro que pudemos pensar que se calhar já existiam sentimentos escondidos, mas eu gosto de ver uma relação crescer aos poucos. Gosto que as pessoas se conheçam e depois então assumam uma relação. Obviamente não vou dar spoilers sobre que relação estou a falar (apesar de ser um bocado óbvio), mas apesar disto, foi a relação que mais gostei do filme, principalmente de como ficou tudo no final.
Comentei com a minha amiga, depois de ver o filme, que acabei por gostar mais da história do filme do que das personagens. O que é raro para mim. Acho que poucas foram as personagens que eu me consegui ligar e criar uma certa empatia. A minha favorita foi, sem dúvida, o Rusty porque acho que de todos foi o que consegui ser mais racional e humano. Além disso, é uma personagem bastante relacionável pois está na mesma faixa etária que eu e consigo entender mais os problemas dele, do que, por exemplo, dos pais dele. (nem vou falar dos problemas da Sam porque esses para mim, nem têm sentido -_-).
Com isto tudo não vos quero desmotivar de ver o filme. É um filme que lida com vários temas interessantes, não é só sobre amor. Com certeza que é um filme que atrai mais o público mais jovem, mas é um bom filme para se ver em família, também.

Classificação: 6/10

domingo, 5 de abril de 2015

[Séries] Glee - 6ª temporada

Glee - Temporada 6 (Trailer)
[Antes de mais nada queria pedir desculpa pela minha ausência mas como já disse imensas, imensas vezes eu sou super desleixado e muitas vezes não tenho tempo para vir aqui ao blog. O que me deixa muito triste porque eu adoro escrever e partilhar com vocês o que sinto/penso. E mesmo estas férias devia ter aproveitado para por algumas coisas em dia aqui mas se eu vos disser que estive sempre ocupado com isto e com aquilo, vocês acreditam? Mesmo aqueles dias em que eu tencionava estudar, acabava sempre por me aparecer outra coisa para fazer. E para ajudar tudo na 1ª semana de férias adoeci e então nem vontade para me mexer tinha. Para finalizar então, peço-vos mil desculpas por tudo e espero que me desculpem.]

Glee é capaz de ter sido uma das primeiras séries que eu vi a sério. Uma daquelas que eu acompanhava mal saíam os episódios. Era sem dúvida uma das minhas séries favoritas. Eu identificava-me e identifico-me um pouco com todas as personagens e os problemas que elas viviam. Esta é uma série que mostra o lado dos underdogs de uma escola. Aqueles que ninguém conhece e que por vezes são menosprezados pelos outros. Isso a juntar à música (outra das minhas coisas favoritas) foi o que me chamou a atenção na série e me fez/faz adorá-la.
No entanto, e quem vê a série sabe do que falo, a partir da 4ª temporada, a série deixou de perder o seu encanto. Não sei bem porquê mas comecei a sentir que a história estava a enrolar demasiado. Principalmente numa parte que eu estava super entusiasmado por se passar em Nova Iorque e por vermos como é a vida ao fim do secundário para alguém ligado ao mundo das artes performativas. Inicialmente eu culpava isto pelo facto da série se focar pouco nessa parte e mais na parte do secundário. Mas mais tarde a série foi focado só nesse parte e mesmo assim faltava algo. Claro que faltava a alma e a presença de uma das melhores personagens da série: Cory Monteith que interpretava a personagem do Finn Hudson. Para quem não sabe (o que me custa a acreditar), o Cory morreu no dia 13 de julho devido a problemas ligados à droga. A série perdeu uma das suas personagens bases e, na minha opinião, quem dava muita alma à série. Ele ainda apareceu em alguns episódios da 4ª temporada, mas a 5ª foi toda ela um desastre e nem me quero lembrar que ela existiu. O único episódio que vale a pena ver é o de tributo ao Cory/Finn. Esse sim é um episódio excelente mas super comovente. 
Vocês devem-se estar a perguntar "Mas então não ias falar da 6ª temporada?". Sim vou, mas queria enquadrar-vos um bocado em como eu me sentia em relação à série e às minhas expectativas quanto a esta temporada. Como devem perceber estas últimas eram super baixas e pensei muitas vezes se havia de ver, ou deixar na memórias o que de bom a série teve e não me desiludir com estes últimos episódios.
Acabei então por ver o 1º episódio e sabem que mais? Eu simplesmente adorei. Apesar de não ter sido o melhor da temporada, foi o suficiente para me chamar de novo a atenção e me fazer acabar de ver a série. 
Esta temporada esteve quase ali ao nível das primeiras 3. Faltou o Cory e algumas situações que aconteceram foram um pouco ou tanto estranhas. Mais parecia que estava a ver Awkward! Mas ao mesmo tempo gostei de outras situações que não estava nada à espera. 
Em termos de casais, houve tantas reviravoltas e damos por nós a torcer por um casal um pouco improvável mas que no fundo funciona bem. Os nossos habituais casais tal como a Britanny e a Santana (Britanna <3) e o Kurt e o Blaine, começam a série um pouco mal mas as coisas desenvolvem-se de tal maneira que no final ficamos com a sensação de que finalmente as coisas correram bem. 
O que ajudou a que este temporada acabasse por resultar na minha opinião foram as novas personagens. Se viram o trailer da 6ª temporada ou se já a viram, sabem que a Rachel decidi trazer de volta o Glee Club ao McKinley High e, por isso, são precisas novos alunos. Estes são poucos mas muito bons. Todos muito diferentes uns dos outros (como já é habitual) mas de tal forma interessantes que me fazem querer ver uma série só sobre eles. Não digo que os anteriores (a Marley, o Jake, o Unique, o Ryder, etc) fossem desinteressantes mas não sei porquê cansei-me deles facilmente e na 5ª temporada já nos o podia ver. E foi uma ótima opção trazer sangue novo. E o facto de nos os terem explorado muito, focarem-se mais no grupo base, tornou-os ainda mais interessantes. 
Falando agora da protagonista, a Rachel, devo dizer que vou ter imensas saudades dela. Ela sempre foi uma personagem que eu adorava e a Lea é uma excelente atriz e a força que ela teve para conseguir continuar a série mesmo depois do Cory ter morrido é de louvar. E nesta temporada vemos isso. A Rachel enfrenta imensas coisas, toma decisões erradas mas no fim acaba por conseguir tudo o que sempre desejou. E muito tem a agradecer aos seus amigos que sempre a apoiaram e a aconselharam a ser sempre ela própria (que é o lema da série).
Gostava ainda de dar uma opinião sem spoilers sobre os 2 últimos episódios da série que, saíram no mesmo dia, e marcaram então o fim da série.
O primeiro intitulado 2009 levou-nos 5/6 anos atrás quando o Glee Club estava prestes a se formar e os seus membros ainda não existiam. Não vou falar do episódio em si porque não quero dar spoilers, mas fiquei um bocado desiludido porque focou-se muito tanto no Kurt como na Rachel. No entanto, foi super interessante ver certas coisas que se passaram e que nenhum de nós tinha noção mas que no fundo marcaram as personagens naquela altura.
O segundo e último episódio da série (Dreams Come True) esse sim foi espetacular. Era impressão minha ou estava tudo a acontecer super depressa? Quando dei por mim, o episódio tinha acabado e eu tinha uma lágrima ao canto do olho. Neste episódio vimos qual o rumo da vida das personagens da série. A maioria das coisas já estávamos todos à espera mas houve ali outras que pelo menos eu fiquei de queixo caidíssimo. A última atuação essa sim foi onde me emocionei porque foi quando pudemos rever algumas personagens que já não víamos desde a 1ª e da 2ª temporada e mesmo a letra da música I Lived retrata bem tudo aquilo por o que eles passaram. De destacar também a música This Time cantada pela Rachel e escrita pelo Darren Criss (o Blaine da série), mostrando que ambos os atores/cantora/compositor tem imeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeenso talento.
Para terminar, devo dizer que de certa maneira estou triste por Glee ter terminado, agora que estava a ficar muito bom e super interessante. No entanto, tudo tem de ter um fim e Glee precisava de acabar agora ou corria o risco de voltar a ficar desinteressante, ser cancelada e não ter o fim merecido. 
É sem dúvida uma série que nunca vou esquecer e que sempre que estiver a sentir-me nostálgico vou rever os meus episódios e cenas favoritas. As músicas tenho-as sempre comigo e posso sempre voltar a este mundo que o Ryan Murphy criou e que me fez crescer enquanto pessoa. Obrigado, Glee!

[Desculpem a opinião ter ficado tão grande mas eu tinha tanto para dizer! E mesmo assim queria ter falado de outras coisas mas não queria dar spoiler! Comentem se quiserem falar sobre algo em específico que eu não tenha comentando.]

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

[Desafios 2015] Top 10 de filmes do iMDB

Heey people!

Este ano quero tentar propor-me a alguns desafios. Sempre gostei de me desafiar e testar os meus limites. No final, é sempre bom olhar para trás e ver se conseguímos superar o que nos propomos a fazer ou se, infelizmente, falhámos. Regra geral, dificilmente consigo cumprir aquilo a que me proponho mas não sei porquê gosto sempre de voltar a tentar, na esperança de conseguir. Então, em 2015 decidi propor-me a desafios fáceis. Desafios que eu sei que, possivelmente, conseguirei cumprir. O primeiro deles é o que vos trago hoje e foi criado e pensado por mim.
Muitos dos meus amigos julgam-me porque dizem que eu considero alguns filmes bons ou até muito bons quando não têm conteúdo, história, bons atores, etc. Eu, apesar de ser um grande apreciador de cinema, não sou de todo muito picuinhas como algumas pessoas que só consideram um filme bom se tiver x ator ou se a história for intensa ou mesmo real. 
Para mim um bom filme é aquele que me capta a atenção o tempo todo e que quando acaba me deixa com aquela sensação de que passei um bom bocado a vê-lo. Claro que também admito que alguns filmes se destacam de outros, exatamente por terem uma história mais realista e com bom argumento. No entanto, já vi filmes que ganharam o Óscar de Melhor Filme e que para mim não mereciam de todo (*cof cof* 12 Anos Escravo *cof cof*). 
Portanto, decidi consultar o iMDB e ver qual era o Top 10 de filmes deles. Realmente desses 10 filmes apenas vi dois, e esses dois são filmes que gostei até bastante. Entre os títulos, também estão filmes que já me suscitam interesse há algum tempo, enquanto outros nem por isso. Aqui está a lista:

1- Os Condenados de Shawshank
2- O Padrinho
3- O Padrinho: Parte II
4- Batman: O Cavaleiro das Trevas
5- Pulp Fiction
6- O Bom, o Mau e o Vilão
7- Doze Homens em Fúria
8- A Lista de Schindler
9- O Senhor dos Anéis: O Regresso do Rei
10- Clube de Combate

A ideia é ao longo de 2015 ir vendo estes filmes e depois opinar aqui no blog sobre o que achei de cada um deles. Não quero estabelecer alturas para os ver. Até me pode apetecer vê-los todos num fim-de-semana. Mas vou fazer o possível e o impossível para os ver ainda este ano, até porque alguns deles como o Clube de Combate já tenho interesse em ver há algum tempo.

E vocês já viram estes filmes todos? Quais são os vossos favoritos? 

sábado, 24 de janeiro de 2015

[Séries] How to Get Away with Murder - 1ª parte da 1ª Temporada

Já estava para dar a minha opinião sobre esta série há imenso tempo, mas aproveitei agora que a série está quase, quase a recomeçar para vos falar do que achei dos episódios que já saíram até agora. 
Antes de mais, esta é uma série centrada num grupo de cinco estudantes de Direito, que conciliam o estudo com  um "estágio/trabalho em part-time" no escritório de uma das mais conceituadas advogadas: Annalise Keating. Todos os episódios é nos apresentado um diferente caso e como Annalise mais os Keating 5 (como ela carinhosamente lhes chama) conseguem provar a inocência ou pelo menos ilibar o seu cliente. Em paralelo, Annalise também trabalha noutro caso de defesa de Rebecca, a vizinha de Wes ( 1/5 do grupo), que é acusada de ter morto a melhor amiga Lila. Além de Wes, temos Laurel, Michaela, Connor e Asher, todos com histórias super diferentes mas igualmente interessantes.
Este ano decidi ver os trailers das séries que iam estrear em 2014/2015 e de todos os que assisti, o de HTGAWM foi o que mais me suscitou interesse na série. Se me perguntarem porquê, não vos sei ser sincero porque quem me conhece sabe que este não é bem o meu estilo de série. Acho que o facto de ter sido criada e produzida pela Shonda Rhimes ajuda muito. Para quem não sabe, a Rhimes é criadora e produtora de duas das séries mais assistidas e, de certa maneira, conceituadas da atualidade: Grey's Anatomy e Scandal. Infelizmente, das duas só acompanho a primeira (apesar de ainda estar na quinta de onze temporadas da série), mas tenho imensa curiosidade em começar Scandal, que também não faz muito o meu género.
Tenho de admitir que não consegui acompanhar a série à medida que iam saindo os episódios (escola, bla bla bla, o mesmo de sempre) mas vi o episódio piloto mal saiu e adorei. E quando consegui pôr em dia nas férias de Natal só me apetecia chorar porque queria mais episódios, ainda por cima da maneira como acabou esta primeira parte da 1ª temporada!!
Esta série tem um tom mais adulto que a maioria das séries que vejo e acho que isso é um ponto bastante positivo pois começo aos poucos a gostar de séries que não seja só com adolescentes e o seu dia-a-dia. Não que eu não goste desse tipo de séries, atenção, eu adoro. No entanto, é bom começar a ver séries com histórias melhores... desenvolvidas. Com mais história, com mais intriga, com mais suspense.
O elenco que compõe esta série não me é totalmente desconhecido, o que é bom, claro. Conhecia a Viola Davis, obviamente, de filmes como o Beautiful Creatures, o Alfred Enoch dos filmes da saga Harry Potter (quem não se lembra do Dean??), o Jack Falahee da série Twisted e da Katie Findlay da série The Carrie Diaries. De resto não conhecia mais nenhum elemento do elenco mas devo dizer que acho que esta série tem um excelente leque de atores, e as personagens por eles interpretadas são super bem pensadas e é difícil não gostarmos delas.
A série volta dia 30 deste mês e não sei quantos episódios vai ter este temporada ou se vai sequer ser renovada mas eu espero bem que sim. Não conheço muitas pessoas que vejam e não ouço muito alarido sobre a série por parte dos americanos, o que me assusta um bocado. Como todos sabemos se a série não tiver audiência suficiente e satisfatória para a ABC (canal onde é emitida), possivelmente eles cancelam-na e eu não quero, DE TODO, que isso aconteça. Por isso, por favor, americanos todas as sextas-feiras toca a ver How to Get Away with Murder. Acreditem que vale a pena!! (se calhar era melhor dizer isto em inglês, não?).
Quase que me esquecia! A série também está a ser emitida cá em Portugal no AXN com o nome "Como Defender um Assassino". Não me perguntem dias e horas porque sinceramente não sei e quero deixar isso ao vosso critério. Assim, enquanto procuram podem ser que se interessem pela série!

Deixo-vos ainda o trailer da série e também uma música do Naughty Boy mas quem canta é o Dan Smith dos Bastille que passou durante um dos episódios e que eu gosto bastante:



sábado, 17 de janeiro de 2015

[Livros] Livros que quero ler em 2015

Heey people!

Antes de mais, feliz ano novo! Espero que tenham tido umas boas entradas e que 2015 seja melhor que 2014 (pelo menos eu assim espero).
Hoje venho-vos falar dos livros que tenho na minha estante por ler e que quero mesmo, mesmo lê-los este ano.
2014 foi um ano muito, muito mau a nível de leituras. Acho que nunca li tão pouco num ano. Como devem imaginar, isso deve-se ao pouco tempo que tenho por causa da escola e atividades extra-escola. E sempre que tenho um bocado de tempo, acabo por preferir ver um episódio de uma série, o que não é uma boa desculpa mas, pronto, don't judge!!
Como se costuma dizer "Ano novo, vida nova" e portanto quero ver se em 2015 consigo remediar isto e tentar ler, pelo menos, 1 livro por mês. O ideal era conseguir ler 2 mas mais vale não ter expectativas muito altas e deixar as coisas acontecerem.
A minha pilha de livros por ler é enorme, o que não é bom, obviamente. Tenho lá alguns livros que já quero ler há imenso tempo e estou sempre a adiar mas decidi que este ano vai ser o ano em que a) Diminuo essa pilha o máximo que conseguir e b) Leio esses mesmos livros, em vez de estar sempre a comprar novos e esquecer-me daqueles que já estão a apanhar pó há 2/3 anos.
Decidi, então, fazer uma lista dos livros dos livros que estou mais ansioso para ler este ano e que vão a ser a minha prioridade.


Sem dúvida que uma das minhas maiores vergonhas de ainda não ter lido é a série Percy Jackson. Toda a gente, nos blogs e no YouTube, e quando eu digo toda a gente, eu quero frizar mesmo toda a gente tem um amor incondicional por esta série e eu não quero ficar atrás. Não mesmo! De momento tenho na minha estante por ler o segundo e o terceiro livro, "Percy Jackson e o Mar dos Monstros" e " Percy Jackson e a Maldição do Titã". Há 2 anos já li o "Percy Jackson e os Ladrões do Olimpo" mas vou relê-lo para avivar a memória.


Este ano tenho mesmo de ficar em dia nos livros que a dear Cassie já publicou e já os tenho a todos, por isso, não tenho desculpa para não pôr mãos à obra e lê-los. Apesar de já ter começado o "Clockwork Angel" no verão, ainda não o acabei (#nojudge) e mal o acabar leio os dois seguintes, "Clockwork Prince" e o "Clockwork Princess", maratona-style!


Continuando na onda Cassandra Clare, tenho ainda para ler os dois últimos livros da série Instrumentos Mortais, "A Cidade das Almas Perdidas" e "A Cidade do Fogo Celestial". Outro livro que comecei e ainda não acabei é o "A Prova de Ferro" da Cassandra e da Holly Black. Do que li estou a gostar bastante mas ainda vou muito, muito no início.


Eu sei, eu sei, as capas são muito femininas e sinceramente não muito apelativas. MAS, mas estes são exemplos de livros que não devemos julgar pela capa. Quer dizer, o primeiro "Doces e Vingativas", o quarto livro da série Pequenas Mentirosas sei que vou gostar porque já li os 3 livros anteriores e espero estar ao nível dos anteriores. Os livros "Rubi" e "Safira" são o primeiro e o segundo livros da série O amor atravessa todos os tempos (? - nome mais piroso de sempre...). Estes são dois livros que estou super ansioso por ler e vão ser das minhas próximas leituras. 


Três livros com estilos super diferentes mas que já quero ler há n anos. Principalmente o "A Breve Segunda Vida de Bree Tanner" porque já li a saga Crepúsculo há aproximadamente 5 anos e só há pouco tempo é que comprei este pequeno livro novela. Também da Stephenie Meyer, tenho para ler o "Nómada" que em oposição ao livro que referi antes, é um livro gigante. Juntamente com o "O Nome do Vento" devem ser dos maiores livros da minha estante. Este último também já o quero ler há algum tempo porque faz parte de um estilo pouco explorado por mim.


Comprei o livro "Delirium" assim que ele saiu cá em Portugal porque já tinha ouvido falar dele e já estava super ansioso já há algum tempo. O "Vampire Academy" já o tenho há algum tempo e queria tê-lo lido no ano passado na altura da estreia do filme mas não consegui. O "The Unbecoming of Mara Dyer" é outro livro que me deixa muito curioso porque tem um estilo um bocado mais dark do que eu estou habituado a ler, o que me deixa super ansioso. 

E está completa a lista dos livros que eu quero ler este ano. São no total 18 e se os conseguir ler a todos já me sinto feliz, mas se bem me conheço vou acabar por ler outras coisas. É esperar para ver!

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

[Filmes] Trailer - Insurgente (2015)

Heey people!
Aleluia! Aleluia! É o que eu tenho a dizer. Primeiro porque finalmente saiu o trailer do Insurgente e segundo porque o trailer compensou completamente aquele teaser trailer que foi um pouco gozar com a fandom.

[As legendas estão em PT-BR porque não encontrei nenhum trailer com PT-PT]

Este trailer está mesmo muito bom, cheio de ação e suspense. Parece que em algumas cenas, os produtores decidiram tomar um rumo diferente do livro. Esperemos que resulte. Já no 1º filme (Divergente) algumas cenas estavam diferentes mas na minha opinião, resultaram na perfeição. Esperemos que aconteça o mesmo com este filme!

Aproveito também para deixar aqui o poster do filme, que também está espetacular:


Estreia prevista em Portugal: 26 de março de 2015

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

[Listas] Planos para as férias de Natal 2014

Heey people! 
Como vos disse no post anterior, hoje decidi falar-vos um pouco sobre o que pretendo nestas merecidas pequenas férias de Natal. Já vos falei nesse mesmo post no facto de que vou ter de ocupar alguma parte desse tempo a estudar, mas também vou desfrutar de uns bons momentos a ver um filme ou uma série ou a ler um bom livrinho junto à lareira.
No verão passado fiz um género de uma lista de séries que tinha de ver nesse verão para ou pôr umas em dia ou começar outras que já queria ver desde algum tempo. Infelizmente, esses planos todos acabaram por não ser cumpridos, o que me deixou muito triste, e, portanto, hoje decidi que o que planeasse aqui fosse mais um guia do que quero tentar fazer, do que algo que me comprometo a fazer.

Livros:
Eu adoro ler. Adoro mesmo, mas desde alguns anos para cá que já não leio tanto como antes. Sem dúvida alguma que a culpa é do facto de eu dar sempre prioridade a ver séries. Durante as aulas chego a casa muito cansado e prefiro ver um episódio de uma das minhas séries favoritos porque dá "menos trabalho" do que ler um livro. Isto é horrível de se dizer, eu sei, não me matem, por favor!! No entanto, sei que não sou o único que se sente assim, o que me deixa feliz. Em 2015, um dos meus objetivos é mesmo tentar começar a gerir melhor o meu tempo de modo a conseguir ler um bocadinho todos os dias, mas sem esquecer as minhas séries, claro.
Infelizmente, este natal vou ter de começar a ler a sério a obra "Os Maias" do autor Eça de Queirós porque é uma das leituras obrigatórias do 11º ano, assim como "Frei Luís de Sousa" de Almeida Garrett. Devia ter aproveitado o verão para as ler, mais calmamente e não deixar tudo para agora, mas, sou sincero que não me lembrei mesmo de fazer isso. 



 Espero conseguir ler "rapidamente" essas duas obras para ainda tentar ler mais um livro, pelo menos, nestas férias. Como tenho alguns livros começados, queria tentar acabá-los. São eles o "Clockwork Angel" da Cassandra Clare, "A Estranha Vida de Nobody Owens" do Neil Gaiman ou "A Prova de Ferro" da Cassandra Clare e da Holly Black. Melhor seria conseguir acabá-los a todos, mas isso já seria sonhar muito alto!


Séries:
Muitas são as séries que eu acompanho e que tenho atrasadas. Muitas tantas são as outras que quero começar mas isso são outras histórias, para outra altura que não estas férias. 
Neste dia em que estou a escrever este post, tenho 19 séries em atraso (don't judge me, please) e queria ver se conseguia pôr em dia algumas e acabar outras. 

[A ordem em que as séries aparecem é uma ordem de prioridade que lhes vou dar.]


Once Upon a Time: Tenho poucos episódios para pôr em dia e se calhar ainda consigo pôr tudo em dia antes das férias, mas neste momento tenho 4 episódios em atraso. Esta é, sem dúvida, uma das minhas séries favoritas e esta temporada está muito boa. Não melhor que a 3ª, mas sem dúvida que estou a adorar.
The Vampire Diaries: Neste momento tenho 6 episódios da série em atraso, mas estou a a-d-o-r-a-r esta temporada. Vampire Diaries estava a precisar de conquistar o público outra vez, ao fim de uma temporada que deixou muito a prometer e, devo dizer, que, pelo menos a mim, me deixou outra vez a amar esta série. Good job, Julie Plec!
American Horror Story: Desta série tenho atraso 8 episódios da 3ª temporada (Coven). A razão de eu ter começado a ver a 4ª temporada sem ter acabado a anterior é porque esta série tem um ponto em seu favor que é o facto de cada temporada contar uma história diferente. Eu estava super ansioso para começar esta nova temporada - Freakshow - e então, parei de ver a 3ª, que não estava a ser má, mas tive de fazer essa escolha. 


How To Get Away With Murder: Esta é uma série recente (estreou a 25 de setembro deste ano) e, não sei se alguma vez falei desta série aqui no blog, mas mesmo antes de ela estrear eu já andava super entusiasmado para a ver. E a verdade é que, se eu estava com expectativas altas, essas expectativas foram altamente superadas. Esta série é muito, mesmo muito boa e, fiquei mesmo chateado de não a ter acompanhado durante as aulas. Tenho 6 episódios por ver.
Outlander: Sing me a song of a lass that is gone, say, could that lass be I? Esta série é tão, tão boa. Também é uma série recente e, quando saiu, eu não comecei logo a ver porque não estava numa de começar séries novas. No entanto, como saíram poucos episódios e ainda vai demorar a estrear a 2ª parte da 1ª temporada, eu decidi dar-lhe uma chance e ainda bem que o fiz. As personagens e a história são simplesmente espantosas mas os cenários é que me deixam mesmo completamente maravilhado. Esta série deixou-me com imensa vontade de ir à Escócia! Tenho 6 episódios por ver.
Game of Thrones: Acho que sobre esta série não tenho de falar das razões porque a quero ver. Ainda me faltam  28 episódios para a ter em dia, mas quero mesmo muito acabá-la antes de começar a 5ª temporada.


The Carrie Diaries: Tenho apenas 7 episódios por ver desta série e sinceramente estou entusiasmado para a acabar. Gostei imenso da 1ª temporada e já comecei a 2ª, obviamente, e devo dizer que estou a gostar mais do que estava à espera. Toda a gente me dizia que esta temporada perdia muita qualidade. Mas eu até estou a gostar porque sempre adorei a Samantha e ver como foi a "adolescência" dela e da Carrie está a ser espetacular. 
Witches of East End: Também me faltam poucos episódios para acabar esta série, apenas 9. Devo dizer que já gostei mais desta série, mas esta temporada até agora não me puxou muito. No entanto, sei que quando recomeçar a vê-la, vou ficar outra vez agarrado a ela e ficar muito triste pelo final da 2ª temporada, que já ouvi dizer que é horrível, e, infelizmente, esta série foi cancelada. 
Ao Haru Ride: Comecei a ver este anime porque uma amiga minha andava a ver e disse que gostava imenso. Também gosto imenso de ver animes e queria ver um que fosse rápido e com poucos episódios e portanto comecei a ver este. A verdade é que, apesar de não desgostar dela, não é um anime inesquecível. É um bocado parado e até confuso. Mas como só me faltam 10 episódios dos seus 12 para o acabar, decidi lhe dar uma oportunidade. Além disso, cada episódio tem apenas 20 minutos e, por isso, vê-se relativamente rápido. 

Filmes:
Quem é que no Natal não gosta de estar à lareira a ver um bom filme com a família? Eu não sou exceção e este ano os únicos filmes que planeio ver são os da minha saga favorita de sempre: Harry Potter.


Já combinei com um grupo de amigos passarmos uma tarde ou alguns dias a vermos todos juntos todos os filmes do Harry Potter. Estes são dos meus filmes favoritos e já há algum tempo que os quero rever e que melhor altura que o Natal? Não são filmes relacionados com esta altura do ano, mas, não sei bem, mas gosto imenso de os ver quando o frio aperta.

E é isto o que planeio fazer estas férias. Sinceramente, não sei bem se vou conseguir fazer tudo. Mas pelo menos vou tentar gerir o meu tempo de modo a fazer um pouco de tudo.
E vocês. que vão fazer estas férias?

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

[Inside Thoughts] Férias de Natal 2014

Heey people!
As férias de Natal estão mesmo aí à porta, o que é bom e mau, ao mesmo tempo. Passo a explicar:
Não sei já alguma vez falei aqui no blogue mas, atualmente, estou no 11º ano, no curso de Ciências e Tecnologias. Muitos de vocês que leem o meu blogue são, ou da minha idade, ou mais velhos e sabem que dos três anos do secundário, este ano acaba por ser o mais stressante e o que em que precisamos de trabalhar mais se queremos chegar aos nossos objetivos. Ora, eu não sou nenhuma exceção a isto.
Este verão já me tinha mentalizado para o que aí vinha. Já sabia que não ia ser fácil mas, sinceramente, nunca pensei chegar a esta altura em que já passou dizer que "estou de férias" (aka acabaram-se os testes) e estar tão, tão cansado como estou.
E agora vocês dizem-me: "Ah agora com as férias tens a oportunidade de descansares e voltares com força para o 2º Período!" pois isso é uma verdade mas com um pequeno senão. Como tenho exames de Biologia/Geologia e Física/Química em que vou ter de estudar matéria de 2 anos, vou ter de tentar estudar um bocadinho todos os dias para ver se quando chegar a altura dos exames não ando tão ansioso por não ter a matéria em dia. 
Eu sou um bom aluno, quer dizer, um aluno mediano. Tenho disciplinas com notas muito boas e outras com notas boas, que podiam ser melhores mas como se costuma dizer, podemos sempre fazer melhor. Mas tenho um grande, grande problema: não sou um aluno muito trabalhador no que toca ao estudo em casa. Ainda por cima, com a agravante de que sou super mau em organizar-me e deixo tudo para as últimas. 
Acho que o que me safa é que sou uma pessoa inteligente e acabo por perceber as coisas se me aplicar e estudá-las. No entanto, tenho a certeza porque já o percebi eu próprio e ao fim de muitas pessoas mo dizerem, que se eu estudasse um pouco todos os dias e me organizasse melhor, podia ser um aluno brilhante. Eu sei disso e tento todos os dias melhorar nesse aspeto mas sinceramente muitas das vezes chego tardíssimo a casa e estou sem vontade nenhuma para fazer o que quer que seja, quanto mais para estudar. E depois naquelas tardes livres em que podia aproveitar e estudar, tenho preguiça e acabo por nas 6 horas que podia estar a estudar, só o fazer em 3 horas (o que já não é mau, mas mesmo assim). 
Tudo isto para dizer que estas férias de Natal não vão ser como as outras. Já tive a pensar e se conseguir estudar um bocadinho todas as tardes já não é mau. Queria ver se conseguia resumir toda a matéria de Biologia/Geologia que não tenho resumida e Físico-Química talvez o mesmo, apesar de que eu e esta tão adorada disciplina termos uma relação complicada. Ainda não sei se vá também fazer resumos ou outra coisa mas tenho de trabalhar. Os exames costumam baixar a nota das pessoas e se eu conseguisse acabar o 11º ano com uma média das duas disciplinas ficava contente. Mas se conseguisse manter essa nota em exame, eu pulava de alegria. Até porque não me estava nada apetecer ir às segundas fases dos exames. 
Apesar disto tudo, claro que, não fosse eu quem sou, também vou querer descansar muito e passar muito tempo a ver filmes, séries e a ler livrinhos. Mas esses "Planos para as féria de Natal 2014" vou deixar para outro post porque este já está muito comprido e não vos quero maçar com os meus problemas e divagações. O que é engraçado é que este post estava para ser exatamente esse, sobre o que eu iria fazer durante estas férias que se avizinham mas à medida que ia escrevendo percebi que isto estava a tomar outro rumo e vão ter de esperar uns dias para saber isso. Desculpem!

Christmas!
[P.S.: Desculpem não andar a publicar nenhuma opinião ou algo mais interessante mas a verdade é que não tenho feito nada a não ser estudar. Poucas são os episódios das minhas séries que vou vendo, ultimamente só vi 1 filme (Mockingjay!!) sobre o qual vou publicar uma opinião em breve e ler é que está mesmo reduzido a nada. Enfim, desculpem!]

sábado, 15 de novembro de 2014

[Inside Thought] A minha ausência

Heeey people! 
Como devem ter reparado (ou não) tenho andado desparecido e o blogue ficou inativo durante 2 meses. Como eu já disse algumas vezes, eu ainda sou estudante e durante o tempo de aulas mal tenho tempo sequer para respirar... E este ano então sinto que cada vez estudo mais e ver séries e filmes ou ler é algo que já raramente me dou ao luxo. O 11º Ano não é um ano difícil. Estou no curso de Ciências e Tecnologias com Biologia/Geologia e devo dizer que estou a gostar mais do que estamos a dar este ano, num modo geral de todas as disciplinas, do que do 10º Ano. No entanto, os resultados dos testes não têm sido os... hmm... esperados, e, portanto, tenho de tentar esforçar-me ao máximo para acabar o período com aquele sensação de que fiz o melhor que pude. 
Ora, como infelizmente não posso estudar e divertir-me ao mesmo tempo, tudo aquilo que eu gosto de fazer como ler e ver séries/ filmes tem passado para segundo plano. O que me deixa muito triste porque só quero puder tirar um dia inteiro para ficar no sofá, com o cobertor e um livro ou a ver as minhas séries. E se consigo ter uma hora para fazer o que gosto, acabo por divagar na Internet e quando dou por mim não fiz nada de "produtivo". Consequentemente, tenho todas as minhas séries em atraso (menos American Horror Story) e já não acabo um livro há 2 meses. Quer dizer lemos o Sermão de Santo António nas aulas de português mas isso não conta... Comecei dois livros que ainda não acabei: o Clockwork Angel da Cassandra Clare e o A Estranha Vida de Nobody Owens do Neil Gaiman. Infelizmente, por obrigação da escola, agora estou a "ler" o livro Os Maias de Eça de Queirós (sim porque devo ler 1 página por semana). Não é que o livro seja desinteressante mas como temos de o estudar, gosto de pegar nele quando tenho tempo para ir fazendo anotações num caderno à parte. De resto filmes, só quando vou ao cinema. Acho que o último que fui ver foi exatamente o filme d'Os Maias, e foi uma desilusão tremenda e um desperdício de dinheiro. Na próxima semana vou ver o The Hunger Games: A Revolta Parte 1 no dia da estreia (!!!!). De resto, mais nada. 
E é esta a explicação que vos dou por causa da minha ausência. Quero ver se me começo a organizar mais de modo a conseguir fazer um pouco de tudo, incluindo postar mais regularmente aqui porque é uma coisa que gosto e sinto falta de fazer. 
De resto, espero que esteja tudo bem com vocês e que os estudantes, como eu, estejam a ter os resultados que querem. 

School sucks.

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Momento da Semana Harry Potter #3

Heey people! 
Na semana passada esqueci-me de responder a esta rubrica *shame on me*. Mas desta vez não me esqueci!!
Na rubrica semanal "Momento da Semana Harry Potter" todas as semanas respondemos a um tópico sobre o mundo da saga Harry Potter da escritora J.K. Rowling, escolhido pela blogger do blog Uncorked Thoughts.
O tema desta semana é:
Edições favoritas dos livros
Hmm esta é uma pergunta muito boa. Estes livros já têm uma data de edições. Cada país deve ter no mínimo já publicado 2 edições diferentes destes livros. Pelo menos cá em Portugal foi assim (mentira, enquanto estava à procura das imagens descobri que a Pedra Filosofal já teve 3 edições cá). Por isso, a lista por onde escolher é vasta.
Mas por acaso eu sei bem quais são as minhas favoritas e não é pergunta muito diferente de responder.

1) As edições portuguesas com as capas americanas: Vou ter de ser muito óbvio e cliché e dizer que a minha edição favorita de sempre é a com as capas em que eu li os livros. As primeiras capas portuguesas que foram "roubadas" aos americanos. Não sei, mas acho que vou sempre adorar estas capas e associá-las à minha infância. Estes desenhos tão simples mas tão bonitos e que retratam tão bem a história que se encontra nos livros, aw, adoro.



2) Nova edição da Scholastic. Inc: Corrijam-me se estiver enganado mas esta é a mais recente edição americana destes livros. A primeira vez que vi estas novas capas, há coisa de 1 ano/ 1 ano e meio lembro-me que fiquei apaixonado. Instant love, como acontece em muitos livros. Acho-as maravilhosas e sem dúvida que são as mais bonitas de todas, na minha opinião. São mais trabalhadas e aperfeiçoadas que as anteriores e acho que é isso que as torna tão bonitas. E o que me deixou mesmo K.O. foi o facto de as lombadas formarem Hogwarts, como podem ver na imagem acima. Se isso não é suficiente para vos deixar a baba por estas capas, desculpem, mas não sei de que planeta vocês são. Se comprar uma nova edição para os meus livros, sem dúvida que esta vai ser a escolhida.



3) As tão conhecidas capas britânicos: Em jeito de menção honrosa e porque estas capas são do país da nossas rainha J.K. Rowling, decidi também aqui incluir as famosas capas britânicas. Não é que as adore mas, não sei, acho-as bastante engraçadas e simples. Mas não tão bonitas quanto as primeiras que vos mostrei. Acho que lhes falta um pouco de hmmm magia!!

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

[Livros] Maze Runner: Correr ou Morrer de James Dashner

Maze Runner: Correr ou Morrer
Tenho de admitir que se este filme não estivesse para ser adaptado para o cinema e se a personagem principal não fosse protagonizada por um dos meus atores favoritos, Dylan O'Brien, provavelmente não teria lido este livro para já. Não sei bem porquê pois desde a primeira vez que li a sinopse, fiquei logo com curiosidade. A premissa de um grupo de jovens sem qualquer memória a tentar decifrar um labirinto pela luta da sobrevivência é algo bastante interessante. No entanto, algo não me puxava logo de imediato. Mas, gente, acreditem, este livro é uma leitura mais que obrigatória.
Este livro tem como personagem principal o Thomas. Thomas é um rapaz de 16 anos que um dia acorda num elevador, sem qualquer memória da sua vida até aquele momento, a não ser o seu nome. Esse elevador para e abra as portas para um lugar estranho onde só vivem rapazes, que tal como ele, não sabem nada a não ser como se chamam. Nesse lugar, a Clareira, todos têm um trabalho. Uns trabalham com os animais, outros nas hortas ou na construção civil e outros, muito poucos, a cuidar da saúde dos que adoecem. Mas o trabalho mais difícil mas também o mais importante é o dos corredores, que todos os dias arriscam a sua vida a procurar uma saída no Labirinto, que se encontra à volta da Clareira. Com a chegada de Thomas, coisas estranhas começam a acontecer, sendo que a mais aterrorizadora é a chegada da primeira rapariga ao labirinto que trás uma mensagem: Tudo vai mudar. A luta pela sobrevivência tornou-se, então, ainda mais imperativa. 
Estão a ver ali no cima da capa a dizer "Imperdível para os fãs de Os Jogos da Fome". Não tomem esta recomendação literalmente porque, sinceramente, eu comparava este livro a todos livros que li menos aos Jogos da Fome. Sim, podemos, colocar este livro de certo modo no género das distopias, mas este livro tem algo que a trilogia que já referi ou mesmo a trilogia Divergente não têm: mistério. Este livro é capaz de ser o livro mais intrigante e que me fez mais pensar e teorizar desde há imenso tempo. Ou mesmo desde sempre, sim porque não me estou a lembrar assim de nenhum livro que me tenho deixado com tantas perguntas. Quase que se encaixava no género policial. Quase, mas não encaixa. 
As personagens são todas elas muito diferentes, mas apesar de o grupo de rapazes que vive na Clareira ainda ser grande, somos apresentados a poucos deles, o que nem foi mau de todo. O Thomas por ser a personagem principal, é aquela por quem ganhamos mais afeto. Ele é corajoso e super inteligente. Ao início quase que pensei que ele era o único a fazer as perguntas certas. Depois temos o Alby e o Newt, os líderes do grupo. Devo dizer que não gostei do Alby logo desde o início. Ao longo do livro achei-o muito contraditório. Num momento dizia uma coisa, logo a seguir já defendia o contrário. Aos pouco comecei a desconfiar dele mas depois no fim acabam por fazer sentido todas estas contradições da parte dele. O Newt, por outro lado, foi outra personagem que gostei logo desde o início. Tenta ver sempre o lado correto mas tentava punha a possibilidade das ideias do Thomas estarem certas. Temos ainda o Chuck que é uma personagem bastante engraçada e um pouco irritante, mas no fundo ele só queria um amigo mas também queria sentir-se útil. E, por fim, falemos da Teresa. Não podemos conhecê-la bem até lá mais para o meio-final do livro, e até aí fiquei sempre a perguntar-me que papel é que ela tinha na história. Quando finalmente a conhecemos um pouco melhor e até ao final do livro, tenho de admitir que não foi uma personagem que me deixasse maravilhado e não pude criar conexão nenhuma com ela. É raro isto acontecer-me até porque ele acaba por ser uma grande peça do puzzle que compõe esta história, mas sinceramente acho que o ator não a desenvolveu muito neste livro, nem se preocupou em que o leitor criasse uma amizade instantânea com ela. O que até pode ser uma jogada para no próximo livro, ela ter mais destaque. O que acredito que vá acontecer. Mas, não sei, para já não a vejo como uma das minhas favoritas. 
Mas nem tudo é bom neste livro e só não lhe dei classificação máxima por causa de dois aspetos. O primeiro é que achei este livro um tanto repetitivo, em algumas partes. Às vezes parecia que o autor não queria que nós nos esquecêssemos de certos detalhes. E ao início, quando isso acontecia, eu pensava que de seguida ia acontecer algo que envolvesse esses detalhes e ficássemos a perceber x ideia. Mas isso não aconteceu, e foi um bocado maçador passar o livro todo a ser relembrado de coisas que só no final é que foram explicadas. O segundo aspeto foi o final. Gostei imenso do final no aspeto do que aconteceu às personagens e no estado em que elas ficaram (quer dizer menos o que aconteceu a uma delas, enfim, nem vou falar disso). Tivemos imensa ação e o meu coração estava ao rubro. No entanto, acho que aquilo que o autor começou por explicar neste livro sobre o mundo fora da Clareira e o porquê da Clareira existir foi ainda mais confuso do que se não tivesse explicado. Claro que ao fim de ter lido essas partes mais umas vezes comecei a perceber melhor, mas mesmo assim acho que James Dashner podia ter optado por ter explicado as coisas de uma maneira diferente. Não sei explicar. mas parecia que ele decidiu escrever aquilo sem o cuidado de tentar perceber se os leitores iriam perceber a sua ideia. Já falei com outras pessoas sobre o assunto e parece que fui o único a sentir-me assim. Talvez o meu coração estava tão ao rubro com o final que quando foi altura de começar a perceber este mundo, eu simplesmente não estivesse com a atenção necessária.
Em suma, este é um livro muito bom e que eu recomendo sem hesitações e restrições. Acho que tem tudo que eu podia pedir num livro na altura em que o li.

Classificação: 4.5/5

sábado, 23 de agosto de 2014

[Séries] True Blood 7x10 "Thank You" - Fim da Série/ Promo

True Blood (Sangue Fresco, cá em Portugal) já vai acabar? Wow, nem parece verdade. Não é de todo uma das minhas séries favoritas mas é sem dúvida uma série que gosto muito por ser bastante diferente do que eu assisto normalmente, por ter um tom mais adulto do que todas as séries com adolescentes e o seu dia-a-dia.
Comecei a ver True Blood no verão em que estava a passar nos Estados Unidos a 4ª temporada. Logo, se a minha matemática não me falha, há 3 anos atrás!! Para muitos de vocês pode não parecer muito mas para mim que tenho apenas 16 anos é quase 1/4 da minha vida. 
Como já disse esta não é uma série que me vá deixar muitas, muitas saudades mas sem dúvida que vou ficar triste por acabar. Juntamente com Glee e The Vampire Diaries esta foi das primeiras séries que comecei a ver e lembro-me que vi as 3 temporadas que já tinham saído na altura muito rápido. Cheguei também a comprar o 1º livro e a lê-lo. Portanto, naquela altura estava mesmo, mesmo viciado na série.
Desde o início que a série evoluiu bastante. Em algumas coisas para melhor mas no geral devo dizer que a série perdeu um pouco da sua magia das primeiras 3 temporadas. Essas sim foram os anos de ouro de True Blood! Esta 7ª temporada ou está a ter episódios muito bons, ou episódios muito monótonos e com poucas cenas que me fazem mesmo com pena da série acabar. A sensação que tenho é que estão a acelerar muito as coisas nesta última temporada. Como se quisessem meter muita história numa só temporada, mas, como sabem que está já na reta final, não podem deixar muitas pontas soltas. E muita sorte tiveram em a série não ter sido cancelada assim de repente e puderem ter a oportunidade de fazer um fim, que esperemos seja digno. 
Não vou falar muito mais porque tenciono fazer um post sobre a minha opinião sobre a série, focando mais, claro, esta última temporada. Quero só dizer que neste último episódio muitas coisas vão acontecer, muito sangue vai ser derramado e ao que parece mais umas quantas pessoas vão morrer. Só espero mesmo que entre essas personagem que morrem não se encontrem o Eric, a Pam, a Sookie, o Jason ou a Jessica (e até a Ginger, que é tão divertida) que são as melhores personagens desta série e que não merecem um final triste. 
É esperar para ver! Até verem o episódio, fiquem com o vídeo promocional deste derradeiro episódio e também um vídeo emocionante com os atores da série, completamente sem palavras:

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Momento da Semana Harry Potter #2

Heey people! 
Hoje trago-vos o Segundo Momento da semana Harry Potter, já fora de horas porque não estive em casa até agora e vim a correr fazer este post.
Na rubrica semanal "Momento da Semana Harry Potter" todas as semanas respondemos a um tópico sobre o mundo da saga Harry Potter da escritora J.K. Rowling, escolhido pela blogger do blog Uncorked Thoughts.
Esta semana não há tema, os participantes têm direito a escolher o que querem falar. Portanto, como gosto de me desafiar, decidi escolher um tema que vai ser super difícil de responder mas vai ser bom para pôr os neurónios a funcionar.
Escolhi então responder à pergunta:
Se pudesses ressuscitar uma, e uma só personagem, quem seria?
Se já leram a saga Harry Potter ou viram os filmes, sabem que a Morte é um elemento presente a toda a hora. Em todos os capítulos desta história alguém morria. E não digo alguém assim dispensável à série. Era sempre alguém importante e que, se não morria, estava quase para tal. Muitas personagens morreram, muitas das minhas favoritas, logo, acreditem, esta pergunta é muito difícil. 
Assim de repente, eu escolhia o Dobby porque foi uma morte que muito triste e emocionante. Também podia ressuscitar o Dumbledore porque sem dúvida foi a morte mais importante de toda a série. Não só as personagens deste mundo mas também nós, os fãs, ficamos meio desamparados, sem saber bem o que fazer a seguir ou o que iria suceder. Sem ele a história não parecia fazer sentido. Duas outras personagens que eu também adorava puder trazer ao mundo do Harry eram os seus pais, Lily e James Potter. Não só para puder trazer um pouco mais de felicidade ao Harry, dar-lhe a família que ele merece e precisa, mas também porque os acho personagens fascinantes e gostava de os conhecer mais. Mas ao longo de toda esta história percebi que a família não precisa de ser de sangue, mas sim alguém em que possamos confiar e dar a vida por. 
Portanto, acho que se pudesse ressuscitar alguém, escolheria a Hedwig.

A Hedwig apesar de não ser uma pessoa, apesar de não falar, era uma grande companheira do Harry. Eu adoro animais por isso não sou a melhor pessoa para justificar o porquê de escolher a Hedwig mas a verdade é que a morte dele foi tão inesperada mas ao mesmo tempo tão nobre. Lembro-me que chorei imenso no meio do cinema, mas nem sequer me importei de repararem porque tenho a certeza que não era o único. Apesar de ela não ser uma peça essencial a esta história era sem dúvida uma personagem extraordinária e a grande companhia de verão do Harry. 
Sou muito mau a justificar-me principalmente sobre algo tão importante e tão digno de uma resposta mais bonita, mas a verdade é que não consigo expressar a admiração e carinho que sinto por esta personagem.

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

[Filmes] Guardiões da Galáxia

Guardiões da Galáxia
Não sei se costumam visitar a página "2014" ali em cima, mas se for esse o caso, sabem que ando numa de ver filmes da Marvel. Quando o trailer deste filme passou no cinema, quando fui o X-Men: Dias de Um Futuro Esquecido, fiquei logo de imediato com vontade ver este filme. Gosto muito de histórias que envolvam underdogs, ou seja, personagens que não são perfeitas ou que se destaquem positivamente num grupo de pessoas. Basta verem o cartaz para perceberem que este grupo inclui um humano, um guaxinim falante, um homem árvore, uma mulher verde e um hmm homem-monstro (???). Uma mistura improvável mas que à primeira vista resulta. 
À medida que o dia em que eu ia ver o filme se aproximava, o meu entusiamo aumentava, assim como as expectativas em relação ao filme. Até comprei a banda desenhada que saiu com o jornal Público, sem conhecer muito bem esta história. Bem, tenho de admitir que me arrependo de todo este histerismo da minha parte porque saí da sala de cinema a pensar que poderia ter guardado os 8,50€ do bilhete para outro filme melhor. Bem, vamos por partes.
Esta é uma história que revolve à volta de um artefacto que concede grande poder a quem o tem: a Orb. O filme começa com o Peter Quill (o humano) a roubar esse objeto mas mal o guarda é atacado pelo inimigo, que veio atrás do mesmo que ele. Mas, ao fim de alguma luta, ele consegue escapar. Quill, ou Star-Lord, como prefere ser chamado já tem cadastro, tanto criminal como entre os mais poderosos senhores do espaço intergalático. A sua cabeça é posta a prémio e, assim, ele é perseguido por Rocket (o guaxinim) e pelo seu companheiro Groot (homem árvore), também eles sujeitos com cadastro. Gamora (a mulher verde) a mando do seu "senhor" vai atrás deste poderoso artefacto e, consequentemente, atrás de Quill. Ao fim de causarem grande confusão numa luta de rua, estes quatro são levados para uma prisão e é lá que conhecem o 5º Guardião da Galáxia (que na minha opinião não merecia este título por ser uma personagem tão sem sentido e um pouco egoísta), Drax, o Destruidor. E é nessa prisão que as aventuras deste grupo começam.
Como devem ter percebido sou muito mau a explicar a história de um filme, sem dar spoilers, portanto confiram o trailer para perceberem melhor o conceito deste filme.
Sinceramente estou muito triste e custa-me muito sentir-me assim porque só vejo opiniões positivas em relação ao filme. Quer dizer, opiniões muito positivas! Se vocês são do tipo de pessoas que confia naqueles sites mais importantes no que toca a indústria cinematográfica, consultem as páginas do filme no IMDb e o Rotten Tomatoes. Como podem ver, tanto num site como no outro, o filme tem excelentes cotações e, deixem-me dizer-vos que o Rotten Tomatoes, mais que o IMDb, é muito "pequinhas" com alguns filmes e antes de ir ver o filme, consultem o site e ao ver aqueles 92% fiquei ainda mais entusiasmado. 
Não é que a história do filme não seja boa ou interessante, porque o é, mas sinceramente não sou muito de filmes que envolvam o espaço, seres "extraterrestres" (???) e lutas intergaláticas. Sim, o título do filme não é "Guardiões da Terra", mas sinceramente tinha uma ideia diferente do filme e esperava outra coisa.
Mesmo a nível de personagens achei o filme muito fraco. Sem ser o Peter Quill, o Rocket e o Groot, não me senti fascinado por nenhuma em especial. Muito pelo contrário. A Gamora é uma personagem interessante e com um passado complicado. No entanto, acho que não lhe foi dado o devido destaque e sinceramente não senti nenhuma conexão emocional com ela (especialmente numa cena do filme em que ela teve grande destaque). Sem querer ser muito mau, o Drax foi uma personagem que para mim não teve qualquer sentido na história, nem percebo o porque de ele estar neste grupo. Não acho que ele tenha boas intenções e apesar de mais para o fim do filme ele mudar, continuo a não confiar nele. E quando ele decide de certa maneira passar a rasteira ao grupo, estava à espera de uma reviravolta que o excluísse da história. De resto, sinceramente não consigo destacar mais nenhuma personagem, sem ser a odiosa "irmã" da Gamora, a Nébula, que me irritou profundamente, porque não me lembro do nome de nenhuma delas e não as consigo encaixar na história. 
Mas nem tudo é mau e para mim o filme ganha muito no humor. Principalmente com a personagem do Groot, que ao início parece um monstro assustador mas ao longo do filme torna-se uma personagem extraordinária e tão simples e genuína que me trouxe lágrimas aos olhos. Além dele, todos os Guardiões deram a sua graça ao filme com piadas aqui e ali. Isto foi o que de certa maneira "salvou" o filme, na minha opinião.
Outra coisa que também gostei bastante e acho que foi uma boa jogada foi a excelente banda sonora do filme. Além de ser algo muito querido à personagem principal e com um grande valor sentimental, a música é algo que chama muito a atenção do público e o facto desta ser dos anos 70/80/90 abrange um público maior. Eram poucas as músicas que conhecia logo de imediato mas fiquei logo interessado em ir procurar pela banda sonora mal cheguei a casa.
Apesar de tudo isto, não quero que pensem que o filme é mau ou que não vale a pena irem ao cinema vê-lo. Esta é apenas a minha opinião. E, sinceramente, isto que sinto deve-se muito ao facto das altas expectativas e ao facto deste filme não fazer mesmo nada o meu género. Não por causa das lutas ou da violência, eu lido muito bem com isso. Mas filmes que se passam no espaço, para mim, não funcionam nada bem. 
No entanto, acho que este é daquele tipo de filmes que se eu vir mais uma ou duas vezes, para perceber melhor a história também, talvez venha a gostar mais. E também a sequela prometida no final do filme, consiga me conquistar para este mundo dos Guardiões da Galáxia.

Classificação: 3/5